


09
mar
por Matheus Bonetti



13
dez
por Matheus Bonetti

- Você aí, fazendo trocadilhos infames com meu nome, vai te catar e fica quieto!
Tive a oportunidade repentina de ver um show completo do cara nesta última sexta-feira (09) no Via Funchal. A outra vez que vi o Ben Harper foi de passagem em um dos palcos do Lollapalooza Chile deste ano, em abril, em um sol de lascar lá pelas 17hs em Santiago; e lógico, desta última vez foi bem mais interessante. Em sua turnê mundial “Give Till It’s Gone, o californiano fez de tudo um pouco durante as 2h30 em que esteve no palco: cantou sozinho e com seu grupo, sentado e em pé, com e sem microfone e animou o público de diversas formas em sua combinação de estilos, mesmo com a pista dividida em normal e VIP. Em uma destas partes (sem microfone), o cantor era abafado por conversinhas aleatórias do tipo ”Meu cabelo tá tão seboso hoje” ou ”Cerveja cara, eim” ou mesmo falando do último capítulo da novela e nem aí para o show; fato lamentável pois fiquei sabendo que isso é bem usual em suas apresentações e no Brasil, não rolou muito legal (como na legenda da foto acima; haha).

O som, como sempre no Via Funchal, com qualidade, apenas abafado na bateria durante as primeiras músicas, mas nada que chegasse a atrapalhar. Inclusive aproveito a ‘nota’ pra recomenda-la como uma das melhores casas de show de SP e que eu ja estive presente, com a pista em forma de ‘degrau’ facilitando a visão de quem está mais para o fundo e uma estrutura de serviços muito boa, com local de fácil localização na capital. Mesmo com quase 1 hora de atraso, previsto para começar a 22hs (mas só rolou os primeiros acordes as 22h50), após a boa abertura da banda Tono, a performance foi marcada por momentos, como o cover de ”Jeremy” do Pearl Jam, cantada de forma uníssona pelo público, assim como ”Under Pressure” do Queen. A banda que acompanha o cantor é simplesmente sensacional, do baixista cheio do groove ao baterista extremamente técnico, que fez um solo empolgante bastante aplaudido no meio da apresentação. Ben Harper, por muitas vezes, trocava suas guitarras, violão e também pegava a sua conhecida ‘lap steel guitar’ por muitas vezes durante a apresentação.

Cheio de momentos acústicos e criativo, o cantor desfilou seu set-list com muitos hits e músicas do novo trabalho, já conhecidas pelos fãs (confesso que conhecia bem pouco da sua obra até a apresentação) e muitas da forma mais ‘rock n’ roll’ possível, o que eu não esperava. Músicas como ‘‘Diamonds On The Inside’‘ e ”Better Way” foram algumas das mais aclamadas pelo público, bastante empolgado, principalmente os que estavam mais próximo à Harper.
Mas, é logico que o momento mais marcante ficou para o fim do show, quando Vanessa da Mata apareceu no palco para sua participação especial. Antes de interpretar o dueto de “Boa Sorte/Good Luck”, a música mais do conhecida do cantor por aqui, Ben Harper vestiu uma camisa do Corinthians em que podia-se ler nas costas o nome do craque Sócrates, o ex-jogador que morreu no último domingo vítima de uma infecção generalizada (e que gerou, desrespeitosamente, algumas vaias de ”anti-corinthiano”) fazendo com que o cantor não entendesse muito o motivo (mais adequado seria uma camiseta da seleção brasileira com o nome do cara, não..? ou será que pediram para ele fazer isso?)
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Confira abaixo a última música do show, gravada por mim mesmo, também de forma exclusiva aqui para o blog:
07
dez
por Matheus Bonetti

Foo Fighters, Arctic Monkeys e Jane’s Addiction são as principais atrações da 1ª edição brasileira. Outros como MGMT, Foster The People, Gogol Bordello e as nacionais O Rappa e Racionais MCs complementam o line-up
Nascido há 20 anos do sentimento punk rock e grungo, com a paixão desenfreada pela música, o Lollapalooza - fundado por Perry Farrell, vocalista do Jane’s Addiction – já visitou parques, anfiteatros e feiras da América do Norte antes de desembarcar em Chicago e se tornar um festival renomado já nos anos 2000, deixando momentos musicais inesquecíveis pela estrada.
No próximo ano o festival voltará à América do Sul para a segunda edição no Chile, em Santiago, no Parque O’Higgins, nos dias 31 março e 1 abril de 2012, e vai acontecer pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, no Jockey Club, nos dias 7 e 8 de abril de 2012, como havia adiantado meses atrás, em meados de julho, como você pode ver aqui.
Como já havia falado, o Lollapalooza começou há duas décadas, quando Perry Farrell, vocalista da lendária banda de rock alternativo, Jane´s Addiction, começou a planejar uma turnê de despedida do grupo. A ideia se transformou em um roadshow musical que trazia música e cultura aos fãs norte-americanos, antes do festival se tornar fixo em Chicago, no histórico Grant Park, em 2005.
O Lollapalooza renasceu então como um festival de verão, apresentando a cada ano 130 atrações de todos os gêneros musicais. Considerado um dos festivais mais cultuados no mundo todo, o Lollapalooza continua investindo num line up diferenciado e melhor a cada edição.
Abaixo, conheça o line-up completo no Brasil em 2012…

E veja como vai ser dividido o espaço no Jockey Club em São Paulo…

Lembrando que: ainda não foram divulgados os horários de cada atração nos 5 palcos (Cidade Jardim, Butantã, Alternativo, Perry’s e Kidzpalooza). Isso deve ocorrer no mínimo há 30 dias antes do festival, portanto, só em 2012. O gramado central do Jockey Club de São Paulo conta com seus 120 mil metros quadrados – o equivalente a mais de 22 campos de futebol!
A procura pelos ingressos da primeira edição do Lollapalooza Brasil superou todas as expectativas quando a pré-venda se esgotou em menos de 24 horas (para quem tinha se cadastrado antes, conseguiu a LOLLAPASS e conseguiu uma certa paciencia com os servidores do site). A boa noticia é que as vendas para a primeira edição do Lollapalooza Brasil já estão abertas desde o dia 5 de dezembro de 2011.
Os ingressos estão à venda online no site lollapaloozabr.com, na bilheteria official (Jockey Club de São Paulo) e em alguns estádios do Brasil, como no Morumbi e Palestra Itália em São Paulo, Engenhão no Rio, Orlando Scarpelli em Florianópolis, Ilha do Retiro no Recife, além de outros pontos de vendas que ainda vão ser divulgado em várias regiões, facilitando a vida de nós fãs.
O ingresso LollaPass, que dá direito à entrada nos dois dias de festival (dias 7 e 8 de Abril de 2012) custa R$500,00 e não terá o desconto de 50% correspondente à meia-entrada (benefício oferecido na pré-venda), e o ingresso LollaDay 7ABR e LollaDay 8ABR, que da direito à entrada a um dia ou outro no festival, custarão cada R$300,00 e a meia-entrada custará R$150,00, com o desconto de 50% de estudante. Lógico, não esquecendo as taxas de (in)conveniência presente em todo evento, pelo serviço (des)prestado, como quase sempre acontece.
Faltando 121 dias exatos para o festival (a partir da data deste post), em um momento mais próximo e para conter as expectativas, comento sobre as atrações (que não são poucas!) desta edição do festival mais alternativo (e também indie) que temos no mundo hoje, onde em palcos brasileiros teremos MGMT, Foster The People (que já comentei em uma oportunidade, veja!), TV On The Radio, Band of Horses, Cage The Elephant, Joan Jett and The Blackhearts, Friendly Fires, Gogol Bordello, Tinie Tempah, além de coisas mais eletrônicas como Calvin Harris, Skrillex, Bassnectar, The Crystal Method e atrações nacionais como O Rappa, Racionais MCs, Plebe Rude, Velhas Virgens, Pavilhão 9, Garage Fuzz, Black Drawing Chalks, Killers On The Dance Floor; e lógico, os motivos e headliners de tamanha euforia: Foo Fighters e Arctic Monkeys.
Veja o que o Dave Grohl acha de tudo isso!
04
nov
por Matheus Bonetti

Quando se fazia lista das bandas mais desejadas pelo público para volta ou para shows novamente em terra brasilis, eles estavam liderando praticamente todas as enquetes. Trata-se de Pearl Jam, o grupo de Seattle dos anos 90, que retorna ao país após uma devastadora passagem por SP, RJ e Porto Alegre em 2005, com cinco shows, onde nunca havia tocado antes, nem mesmo em nenhum país da america latina naquele momento.
Em sua 2ª passagem em território nacional, a banda traz a sua turnê comemorativa, a famosa ”Pearl Jam 20th”, ou PJ20th, para alegria dos fãs fervorosos que seguem a banda, ou o grunge, como se fosse uma religião (e não é pra menos). A turnê, relembrando seus 20 anos de carreira e do lançamento (óbvio) do estrondoso álbum ”Ten” de 1991, é recheada de hits de praticamente todos os álbuns do grupo. Vale lembrar que o nome também faz menção ao documentário lançado esse ano também nos cinemas, há poucos meses, o Pearl Jam Twenty.

A banda tocou ontem (03/11) já em São Paulo, no estádio do Morumbi, e repete a dose hoje (04/11), com ingressos totalmente esgotados desde o início da vendas (o que não ocorreu para essa data ‘extra’ e anterior a de hoje). Os esperados 60 mil fãs aguardam clássicos como ”Alive”, ”Even Flow”, ”Rearviewmirror”, ”Black”, ”I Am Mine’‘ e outros clássicos executados de uma das bandas que mais lançaram coletâneas ao vivo que tenho conhecimento (será que algúem bate eles algum dia?!). Aguardem uma performance, novamente, histórica como foi em 2005 e que não tive a oportunidade de ver, apenas em DVD. Infelizmente, não será transmitido por nenhum canal, como aconteceu na 1º passagem feita pela TV Band (naquela oportunidade, era a primeira experiência com a Planeta Terra e no estádio do Morumbi, curioso, não?).
Alguns covers como ”I Belive in Miracles” do Ramones e ”Rockin’ in The Free World” do grande Neil Young devem rechear novamente o setlist que não deve ser curto, com mais de 25 músicas e 2 horas de execução. Estão prontos para essa, como eu estou?
Eddie Vedder comandando o público, como sempre, no show desta quinta-feira (03/11), em SP…e tem mais!!!
Aguardem uma cobertura aqui no blog em breve! O PEARL JAM está de volta!