07

mai

Inhotim: um desconhecido espetacular

por Dani Lui

Desde que li, há mais de 2 anos, na Revista Casa Cláudia, uma notinhas sobre os jardins e esculturas de Inhotim, fiquei com esse nome e o desejo de visitá-lo na cabeça.

Foi exatamente esta a foto que vi e que não me saía da cabeça. Era um daqueles lugares que eu sabia conheceria, como já me aconteceu muitas vezes antes, e me apaixonaria.

Depois da visita, uma funcionária me perguntou:

_ Gostou?

Minha resposta foi sincera:

_ Eu já sabia que iria gostar antes mesmo de chegar, mas o que aconteceu aqui foi outra coisa. É indescritível, mágico, no meio de tudo o que já vi no mundo, é único. Me apaixonei completamente por Inhotim!

Essa história começou quando Bernardo Paz, um minerador, proprietário de uma fazenda no município de Brumadinho, a 100 km de Belo Horizonte, idealizou seu “jardim” nos anos 80. Importou palmeiras e outras espécies, contratou Burle Marx para uns palpites, colocou algumas obras de arte em meio aos jardins. A fazenda virou Instituto, abriu-se ao público, e, de repente, não era mais ele quem comprava obras, mas artistas do mundo todo passaram a se convidar, desejando criar trabalhos exclusivos para Inhotim. Não existe outro espaço parecido a essa mistura de jardim botânico, galeria de arte contemporânea, parque, museu interativo…

Em meio aos lagos e paisagismos, galerias espalhadas por todos os cantos, e obras às quais só chega de carrinho (é impossível percorrer todo o parque a pé) apresentam-se artes sonoras, visuais, interativas, sensitivas… É,sim, uma viagem, viagem boa, contagiante e transformadora. Mas há que se ter espírito, ou melhor, alma para ver e sentir Inhotim.

Os destaquem ficam por conta da instalação de polifones da Galeria da Praça, o som do Galpão Cardiff e Miller, a cornucópia de Matthew Barney, o Som da Terra de Doug Aitken e as instalações da Galeria da Mata, além do delicioso restaurante Tamboril.

Mas, para mim, está difícil saber o que é mais admirável: as plantas, os desenhos criados pelos lagos e árvores, as esculturas, as galerias, os bancos de troncos… E a organização, nem se fale. Tudo funciona perfeitamente, todos os funcionários são simpáticos e bem informados, sabem os nomes e localização de todos os artistas, instigam os visitantes a verem o que ainda não viram. Não se vê uma folha fora do lugar, lixo, então, nem pensar; a cada 50m, ou menos, uma lixeira, com saco de lixo e sem lixo dentro!!! Muitos banheiros (todos limpos), bebedouros, lanchonetes e restaurantes. Sim, é possível, tudo isso dentro do Brasil. Adoro!

Informações:

http://www.inhotim.org.br/

10

mar

Restaurant Week Ribeirão Preto – Essence

por Dani Lui

Aberta a temporada Restaurant Week e a maratona de visitas aos restaurantes participantes para provar seus cardápios começou com o recém-inaugurado Essence Maison Degaine deixou todos da confraria Comer Beber Curtir com gosto de “quero mais”…

O lugar é inusitado, na cobertura da loja Mini Cooper, no Jardim Botânico. Ao subir as escadas, a sensação é de que não vai dar em nada… ou em uma grande “furada”. Mas ao chegar lá em cima, é como se saíssemos da cidade… O lugar pequeno, bem decorado, escurinho, com velas nas mesas, todo de vidro convida a ficar. A temperatura é ideal, nem calor nem muito frio. A música, perfeita, de Gotan Project a Saint Germain des Prés. O serviço é muito bem feito, elegante, atencioso e educado na medida certa. O cardápio é lindo, faz salivar só de ler. Vai de cordeiro e leitoa a todos os frutos do mar, passando por lagostas, ostras e vieiras (a partir de R$ 50,00). Combinações modernas, com toques da culinária molecular, sem exageros, sem deixar inibir o apetite. A carta de vinhos é enxuta e não oferece opções muito acessíveis, mas um ou dois rótulos (R$ 50,00) estão ao alcance de quem faz questão da bebida para acompanhar um jantar perfeito. Uh la, la!!! Vontade de voltar antes mesmo de ir embora.

Cardápio Restaurant Week

Entrada Jantar - Essence Maison DegainePrato Principal Jantar - Essence Maison DegaineSobremesa Jantar - Essence Maison Degaine

Folhas de alface romano, lascas de parmesão e crontons ao molho ceaser

ou
Ovo poché 60 graus com aspargos e molho hollandaise

Paleta Suina 12 horas, puré de mandioquinha e de maçã com tempura de salvia
ou
MahiMahi, espuma de feijão branco, azeitonas, pesto e gelatina de limão siciliano

Soverte Molecular do chefe
ou
Crepe Suzette

Minha escolha:

Quase sempre prefiro a salada e esta Ceaser não poderia trazer grandes surpresas, exceto que a alface era, na verdade, americana, mas estava muito boa, o molho delicioso.

A Paleta Suina é simplesmente sensacional, desmancha sem precisar usar a faca, seu sabor delicioso combina principalmente com o purê de maçã e com os surpreendentes raminhos se sálvia fritos que fazem toda a diferença.

E o sorvete preparado na hora com nitrogênio liquido fechou com chave de ouro um jantar esplêndido!

Ah, sem esquecer da sua delicadeza ao nos oferecer de entrada um palitinho de tomate cereja, queijo parmesão, manjericão e presunto cru. Arrasou pela cortesia simples e elegante!

Avaliação e gasto médio no site da confraria: www.comerbebercurtir.com.br

Endereço: Rua Cavalheiro Torquato Rizzi, 1715- Jardim Botânico, Ribeirão Preto, SP.

Site: mdessence.com.br

27

fev

Adoro Cinema, não gosto do Oscar

por Dani Lui

Quando eu era pequena, e nem assistia a muitos filmes, tentava convencer minha mãe a me deixar assistir ao Oscar. Na segunda-feira, corria para o jornal e recortava a lista dos vencedores. Já era uma apaixonada por cinema, sem entender muito o porquê.

Hoje assisto a muito mais filmes, na telona ou em casa (sou sim, cliente vip da locadora!) e gosto muito menos do Oscar. Acho que é porque eu não entendo o Oscar. Desde que “Shakespeare Apaixonado” ganhou melhor filme, decidi não dar mais tanta atenção ao prêmio. No ano passado então, quando “Avatar” perdeu para “Guerra ao Terror”, tive a certeza de que eu não sei o que é o melhor filme. Pois pra mim, deveria ser um filme memorável, aquele que, ao longo do ano, foi o mais inesquecível. Vamos combinar, entendo as críticas ao Avatar, até concordo que a história seja clichê, mas é memorável, é lindo e marcou o ano. Como eu não gosto de guerra, muito menos de terror, me recusei a assistir esse tal vencedor!

Foi-se o tempo em que eu corria para tentar ver tudo antes do prêmio (bem, o que estivesse disponível no Brasil – já que demora um tanto para chegarem aqui…). Mas será que Ribeirão Preto, a cidade cujos cinemas ignoram os filmes europeus, vai ter “O Artista” em cartaz?

De qualquer forma, achei justo “Hugo Cabret” ganhar vários prêmios técnicos, mas não acho mesmo que era para ganhar melhor filme. É bem feito, é criativo, lúdico, mas não chega a ser assim, inesquecível. Pra mim, “Cavalo de Guerra”, valeu muito mais.

Quer saber, os melhores prêmios de ontem foram Roteiro Original para “Meia-Noite em Paris” (um verdadeiro presente, talvez o melhor Woody Allen) e Meryl Streep por “Dama de Ferro”, de quem também sou fã de carteirinha! A mulher chora, briga, ri, dança, canta, emociona… como ninguém!

E para fechar, o meu Oscar vai para Brad Pitt e Angelina Jolie. Deus, que casal é esse? Que homem mais lindo, charmoso, inteligente e ainda por cima, bom ator!!!

03

fev

Esquenta Bar Brahma

por Dani Lui

Para quem adora carnaval e, principalmente, para quem gosta mas não aguenta muita muvuca, a boa até chegar o carnaval é o esquenta do Bar Brahma (São Paulo, na famosa esquina da Ipiranga com a São João). Todo sábado, até dia 21, no salão principal, uma escola de samba de São Paulo começa com samba gostoso de dançar e vai esquentando o clima até entrar a bateria e as passistas! Aí é morrer de sambar ou pular até…, a gosto do freguês! Muita gente bonita, ambiente excelente, serviço de primeira (apesar da quantidade de gente, você é sempre bem servido) e animação garantida. Não jeito de não ser feliz numa tarde de sábado!

Fui ao primeiro do ano, há duas semanas, com Unidos de Vila Maria. Apresentação excepcional! Emocionante acompanhar a torcida da escola pelo título e sentir a paixão dos músicos pelo samba e pela escola.

R$ 80,00 por pessoa, com feijoada à vontade até às 18h, 10 chopp ou 3 caipirinhas de pinga (deliciosamente preparadas do jeito certo) e abadá.

Adoro e quero ir todo ano!

Imprescindível fazer reserva antecipada e chegar às 13h para não perder a mesa.

16

jan

Fim de semana com charme

por Dani Lui

Roccaporena é um vilarejo na Úmbria, região da Itália, onde nasceu Santa Rita de Cássia. Este foi o nome escolhido para uma deliciosa pousada que fica na cidade de Cássia dos Coqueiros, a mais ou menos 50 minutos de Ribeirão Preto. O lugar é simples e charmoso. Pequena, enfiada no meio da Mata Atlântica, a 1.100 metros de altitude, com duas cachoeiras no “quintal”.

É um local para descansar, aproveitar a natureza, ficar à piscina curtindo o cenário da mata em volta, com o simpático serviço que leva bebidinhas e petiscos para que a gente possa aproveitar melhor o sol. E quando der vontade, descer até a cachoeira, sentir a força da água, gelada, transparente… Dar um tempo, só ouvindo o barulho da água, mais nada… Energia total!

O café da manhã já é uma delícia, mas a diária ainda inclui almoço e jantar, com cardápio bem simples, feito no capricho, com gosto de comida de casa. A qualquer hora do dia, você pode servir-se de um cafezinho tirado na hora (acho um luxo!) E depois do jantar, sentar à varanda, ver as estrelas, ouvir uma música (no nosso caso, Norah Jones foi a combinação perfeita!) e tomar um vinho batendo papo com os amigos ou com uma boa companhia… Uma sugestão é levar uma manta para este momento, pois lé esfria bem à noite. O pessoal faz a gente se sentir super à vontade, pegar o vinho no armário, escolher o CD que vai tocar, ficar na sala até dar sono…

As acomodações são simples, com muito bom-gosto, cama e banho superconfortáveis. O valor está naquilo que realmente importa!

Para quem não está de férias e não pode fazer uma viagem de uma semana, esta é uma boa dica aqui pertinho de Ribeirão Preto.

Diária final de semana: R$ 256,00 para o casal, com pensão completa.

Funcionamento: ligar antes para confirmar.

Ambiente: rústico, aconchegante, informal.

Serviço: simpático, informal, muito atencioso.

Vinhos: poucas opções, servem a quem não abre mão da bebida; preços regulares.

Comida: boa e simples.

Aceita cartões e cheques.

Oferece opção de apenas passar o dia e almoçar por uma diária mais em conta.

http://roccaporena.com.br

(16) 3669-1592 / 9996-2700

Estive lá em dezembro de 2011.

26

dez

A Pele que Habito, chocante!

por Dani Lui

Chocante. É a primeira palavra que me vem à mente para falar do novo Almodóvar. O filme é altamente dramático e instigante. Tem um mistério angustiante que prende a atenção até o desfecho nos minutos finais. A loucura dos personagens, todos eles, impressiona, repugna, nos faz sentir mal. Mas não ao ponto de deixar o filme sem saber seu fim. Saí do cinema aterrorizada sem ter visto um filme de terror…

Mas quando decidiu adaptar ao cinema o livro Tarantula, do escritor francês Thierry Jonquet, Almodóvar disse que faria um filme de terror sem gritos ou sustos (omelete.uol.com.br). E conseguiu! Ainda estou chocada… O filme é brilhante, a história é genial e Bandeiras dá um show.

Inesquecível. Tem que assistir!  De preferência sem saber nada sobre a história. De preferência sem saber a opinião dos outros… Tem que assistir pra saber do que eu falo…

Eu, que adoro um drama no cinema (são sempre as melhores histórias), tinha que ser fã dos europeus. E o espanhol Pedro Almodóvar só poderia ocupar um lugar na primeira fila da minha sala.  Porém, este drama misterioso, que estão chamando por aí de terror, deve ser o melhor filme dele. O Frankstein dos novos tempos, dizem… Mas eu quando  li Frankstein, achei que se tratava muito mais de um drama romântico do que um terror.

Cada um tira a própria conclusão…


A Pele que Habito

A Pele que Habito

La Piel que Habito
Espanha , 2011 – 117 minutos
Terror

Direção:
Pedro Almodóvar

Roteiro:
Pedro Almodóvar, Thierry Jonquet (romance)

Elenco:
Antonio Banderas, Elena Anaya, Blanca Suárez, Jan Cornet, Marisa Paredes

20

dez

Nem só de chá vive o chá?

por Dani Lui

Nossa cidade ganhou um lugar novo e bem legal pra tomar um café, um vinho, um drinque e por que não, um chá? É o Tea Bar, uma novidade pra gente experimentar. Fui na inauguração – aliás, agradeço pelo convite – e o lugar é um show, super lindo, chique e descolado! Não sei se era a intensão, mas tem a cara de Londres só que está aqui em Ribeirão mesmo.

E não vai ter só o inglês chá das 5, não. O café vai ser de bule, que eu ADORO e prefiro. Vai ter vinho, ainda restrito a poucos lugares aqui na cidade; almoço executivo, que eu vou provar pra poder comentar; e docinhos pra gente comer a qualquer hora, outra coisa difícil de achar em RP.

Mesinhas na varanda, pra quem quiser aproveitar o clima do dia ou da noite e ar condicionado lá dentro, afinal com esse nosso calor…

O chá vai aparecer em alguns pratos e drinques…Inusitado!?! Só indo lá pra comprovar…

Vale a pausa no meio ou no final do dia. Agradável e charmoso o suficiente para uma boa conversa, uma paquera inesperada, a companhia de um livro, refazer a agenda para 2012 ou ler uma revista de decoração, moda ou fofoca que você acabou de comprar!!!

Vamos lá ver…

29

nov

Coisas que eu adoro no verão

por Dani Lui

Este ano demorou, mas o verão chegou! ADORO! Não é a toa que é a estação mais sensual e mais feliz do ano. Todo mundo sai mais de casa, os corpos ficam mais evidentes, as festas duram mais tempo!!! Tudo bem, numa cidade como Ribeirão Preto (300 dias de sol por ano, como diz meu amigo Edgard), algumas pessoas podem ter motivos para não gostar TANTO do calor, mas dá pra contar um monte de razões pra curtir aquilo que, afinal de contas, está aí pra ser vivido! Eu por exemplo, adoro o verão pra colocar vestidinhos, usar rasteirinha, sair de tomara que caia… Tomar sol com caipirosca bem gelada na beira da piscina de dia… Vinho branco ou espumante gelado (pero no mucho, segundo me ensinou minha amiga Lili) de noite… Morrer de suar na academia e tomar um suco de frutas fresquinho! Tomar banho frio, comer comida japonesa, experimentar aquele olinho de corpo com perfume novo, comprar um gloss super sensual, tirar a bolsa de praia do armário, andar descalça, passear de lancha, balançar na rede lá fora, sentar do lado de fora do barzinho, dormir sem cobertas… Fazer mais churrascos, olhar mais a lua, tomar mais água… Tem muito mais coisas que eu adoro no verão, mas pra começar, já tá bom, hein? Ah, também adoro um ar condicionado no verão!

16

nov

SWU: Adoro ou Odeio?!?

por Dani Lui

Adoro Música, não é de hoje! Sei poucos nomes, tenho poucos CDs, poucas músicas baixadas, não guardei nenhum vinil!!! Mas sou uma pessoa totalmente musical. Como disse minha amiga Lilian, minha vida tem trilha sonora! Meus sonhos têm música… cada época da minha vida tem suas músicas… Tem dias que têm suas músicas. Sou daquelas pessoas que sempre sabem a música ou o som ou ruído de um lugar. Barulho alto me incomoda. Música boa me encanta. Gente reunida pra ouvir música cria uma energia muito boa. Isso me fez ir ao SWU. Comprei a ideia do festival e não exatamente as bandas.

Algumas coisas me surpreenderam positivamente, como os shows de Damian Marley, Snoop Dogg, Ultraje a Rigor, Peter Gabriel and New Blood Orchestra, Tedeschi Trucks Band.

Algumas bandas deixaram a desejar, como The Black Eyed Peas, que mais enrolou do que cantou. É claro que vê-los no palco é emocionante, que a voz da Fergie chega a ser humilhante e que ouvir I´ve gotta feelling ao vivo é inesquecível, mas me senti enrolada, pois foi mais blá, blá, blá, literalmente, do que música! Kanye West também foi mais balé do que música, uma pena! E claramente deu pra perceber que estava segurando a onda do atraso do BEP.

Brigas a parte (aliás, onde estava a organização que não evitou que uma banda se metesse com o som da outra?), o show do Ultraje foi um arraso!!! O público delirou, dançou, cantou e quem estava lá deu pouca importância para a tal briga!

A parte que eu Odeio:

Eu já achava que Sustentabilidade é muito mais uma conversa para algumas pessoas ganharem dinheiro do que qualquer outra coisa. Agora, tenho certeza! O papo de sustentabilidade do SWU é puro marketing (e olha que de marketing eu entendo), mas os caras precisam aprender muito sobre o assunto, pois propaganda que promete muito e produto que não cumpre o prometido é marketing do mais mal feito que existe. Detesto ficar falando do que eu não gosto, então, resumindo: falta de papel higiênico, lixeiras (se bem que sem papel, não precisa das lixeiras mesmo), luz e limpeza nos banheiros, torneiras entupidas e vazando ou jorrando água, privadas entupidas e vazando litros de água por baixo, falta de lixeiras (quem dirá com separação de lixo…isso não existiu!) na pista, muito lixo jogado no chão, falta total de segurança, tudo muuuito caro (água a R$ 5,00, pipoca a R$ 8,00, camiseta oficial a R$ 100,00, estacionamento oficial a R$ 100,00 com direito a atolar e pagar mais R$ 50,00 para um trator resgatar!!!). Vendedores jogando as latas e copos plásticos no chão e ninguém fiscalizando… Palcos dando problema a toda hora, intervalos grandes com propagandas repetidas 3, 4 vezes!!! Nenhuma ação ficou, nenhuma proposta, nada realmente sustentável. Uma lástima!

Mas como meu negócio é gostar das coisas, adorei ter feito um programa diferente, conhecido gente nova, visto coisa diferente, ouvido música boa, dançado muuuito, cantado e gritado muuuito! Isso é o que vale, é o que fica pra mim!!!

23

out

Os Três Mosqueteiros

por Dani Lui

Ontem, meio desconfiada, fui assistir a Os Três Mosqueteiros. Já havia visto todas as filmagens desse clássico e delicioso romance de capa e espada e estava desconfiada de que seria um filminho mais ou menos rodado como pretexto para vender ingressos 3D. Por isso mesmo, assisti a versão 2D. E me surpreendi. O filme foi super bem feito, gostoso de assistir, com imagens impressionantes da Paris, Veneza e Londres antigas. Na minha opinião, é a versão que melhor retratou a obra de Alexandre Dumas, a começar pelo fato de que será uma trilogia, assim como o livro.

Alexandre Dumas, escritor francês, tinha o dom de escrever histórias baseadas em personagens e acontecimentos reais, misturados com ficção, que deixam a gente ligada, mesmo já sabendo que o final será feliz. Foi ele também o autor de O Conde de Montecristo, O Homem da Máscara de Ferro (O Visconde de Bragelonne), A Rainha Margot, O Cavaleiro da Casa Vermelha, entre outros.

Pra quem não sabe, os 4 Mosqueteiros são personagens históricos, assim como o rei, a rainha, o cardeal e o Duque de Buckingham, além dos conflitos entre França e Inglaterra.

Rei de França e de Navarra
Louis XIII (de Champaigne).jpg
Luís XIII da França

Ana de Ãustria, rainha de França.

George Villiers, Duque de Buckingham

Nunca fui uma boa aluna de História, ou será que nunca tive muitos bons professores? Enfim… Hoje ADORO aprender um pouco da História por meio dos romances de época e viajando para conhecer os Museus, os Palácios e os Castelos desses lugares que me fascinam.

Se não der pra viajar, os filmes em si já são uma viagem! Os Três Mosqueitos valem o ingresso e até a pipoca caríssima do cinema!